quarta-feira, 22 de julho de 2009

E se te concedessem três desejos o que pedirias?


Paz no mundo? Fim da fome e da pobreza? E ser feliz?
Eu cá desejava: mentes mais abertas, honestidade e um "Obama" em Portugal.

Quero ser vampira e amar o Jacob

Já o li. Já chorei. Já sorri. Já me chateei. Já me "parti" a rir. Já me apaixonei. E já fui roubada.

A mais recente flor no meu jardim literário...



É fantástico, sem sombra de dúvida o melhor, para já (sim, porque ainda vem aí mais um), de toda a saga.

Nos três primeiros livros, da saga, acontecem coisas que ninguém está à espera, o que é óptimo e o que fez com que eles se tornassem em "best sellers", já no "Amanhecer" acontecem todas aquelas coisas que os leitores deduziram, logo no "Crepúsculo", que iam acontecer, mas como esta incomparável escritora, "Stephenie Meyer", nunca se deixa levar pelo óbvio, ninguém esperava que agora, no final da história, acontecessem todas as coisas óbvias de um romance. Por outras palavras, a minha "Stephe" surpreende sempre!

Façam um favor a vocês, a mim e à carteira da "Stephe", POR FAVOR leiam o "Amanhecer", ou melhor, leiam toda a saga. Leiam e verão que não é só um simples livro para "pitas"(1).

P.S. Fui roubada sim. Mal o comprei, formou-se uma "bicha", tipo aquelas do talho, onde a carne mais saborosa era o meu menino... Li-o e levaram-me logo o bichinho.






(1) "pitas" - raparigas histéricas entre os 13 e os 17 anos, que têm como principal característica quererem ser diferentes de todas as outras raparigas da mesma faixa etária, tornando-se, no fim de contas, todas iguais.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Ai quem me dera ser a Miss Dior...



Como eu AMO (e a M. também) esta fotografia!
Isto a propósito de... Tananana (rufo de tambores)... Este verão, haver uma grande possibilidade de eu, a minha pessoa, ir a Paris.

Oh... Magnifique!

Não me conhecia tão medrosa!


Eram duas horas da manhã, ok... Estava muito escuro? Sim, estava... Estava a ser assaltada por toda a espécie de barulhos, típicos da solidão? Também... E as ruas estavam, ASSUSTADORAMENTE, desertas? OK!
A rua das árvores grandes foi a pior parte, ah sim e o plástico... Brrr - ainda me consegue arrepiar! Quem diria... A rua das árvores (acabada de ser baptizada por mim), pela qual me passeei sozinha enumeras vezes, tantas que nem os dedos das mãos e dos pés (tendo em conta que não lhes falte nenhum), de todos os asiáticos chegavam para as enumerar! É verdade, tive um medo horripilante! Sabendo que moro numa zona relativamente problemática... A coisa torna-se natural, mas já moro há 15 anos aqui, pouco mais tinha de 12 anos quando comecei a andar por aí sozinha e só agora, a poucas semanas dos 18 é que descubro que afinal tenho medo daquela rua, onde as árvores vieram a diminuir e os apartamentos a aumentar? Sou tão ridícula!