quarta-feira, 29 de abril de 2009

Luz e Escuridão

Aqui deixo ficar os três primeiros volumes que compõem esta obra de Stephenie Meyer:


(Twilight; New Moon; Eclipse - Crepúsculo; Lua Nova; Eclipse, respectivamente)

Estes são aqueles que já se podem encontrar à venda em bom português, mas penso que o quarto também já se encontre disponível, apesar de ainda não o ter visto à venda.

Quarto volume:


(Breaking Dawn)

Visitem: www.stepheniemeyer.com

P.S. Ah... E leiam, leiam, leiam muito.

Stephenie Meyer, por onde tens andado?!?



Stephenie Meyer, por onde tens andado?!?
Esta obra encheu-me todas as medidas... Nunca tal acontecera! Foi a primeira vez que me apaixonei, no verdadeiro sentido da palavra, por um livro. O filme também é óptimo mas o livro...
Eu posso realmente dizer que esta obra agarrou-se a mim e só me largou quando terminei de a ler. Embrenhei-me de tal maneira naquelas páginas que nenhum pormenor me conseguiu escapar, depois as personagens são tão apaixonantes que até mesmo os maus da fita conseguem entrar pelas portas do nosso coração e arrasa-lo. Vivi este romance à flor da pele... Chorei quando a Bell (personagem principal) chorava, apaixonei-me quando ela se apaixonou, magoei-me quando ela se magoava.
É de devorar em dois tempos... Não o percam, POR NADA!

Deixo-vos aqui o trailer deste filme já muito badalado e que desencadeou toda esta emoção em mim...



P.S. Já estou a ler o segundo "Lua Nova" ("New Moon"), ainda só lhe dei uma vista de olhos, mas espero ficar agarrada a este tal e qual como fiquei ao "Crepúsculo" ("Twilight").

terça-feira, 28 de abril de 2009

Não quero morrer sem...


Uma vez falaram-me de uma lista, agora não me recordo do nome, na qual podíamos ou melhor, DEVÍAMOS escrever toda aquelas coisas que desejássemos fazer antes de morrer ou pelo menos antes de ser tarde demais. Sim eu sei que "nunca é tarde demais", mas não sei muito bem se acredito nisso, porque sinceramente não me imagino com 80 anos a saltar de um avião ou a pintar o cabelo de cor-de-laranja... Pois!
Bem! Continuando...
Lista esta que deveríamos preservar e ir lendo-a, de vez em quando, para alterar alguma coisa aqui, acrescentar uma outra ali ou até mesmo, para nos orientarmos naqueles dias em nos sentimos perdidos.
Aqui fica a minha. Visto que ainda sou muito novinha, há uma lista de coisas que quero ansiosamente fazer enquanto tenho tempo, idade, capacidade e paciência para isso.
I want...

- Ler todos os livros do ciclo "Luz e Escuridão" de Stephenie Meyer;
- Fazer queda livre ou algo do género;
- Tomar banho nua numa piscina ou no mar;
- Fazer um interRail;
- Ir ao Brasil, comer picanha e beber caipirinha;
- Escrever uma música;
- Trabalhar numa estação de rádio;
- Tocar numa baleia Orca (mas se só vir já fico contente);
- Pertencer a uma tuna;
- Fazer uma sessão fotográfica;
- Ter o cabelo igual ao da Hayley Williams;
- Conhecer o Wentworth Miller;
- Ir a Cuba;
- Ter 5 filhos;
- Andar na London Eye;
- Andar num teleférico;
- Ir mais uma vez ao PortAventura;
- Ir a Llorret de Mar no verão;
- Conhecer Barcelona;
- Beber uma Margarita;
- Aprender a fazer os truques dos Barmans;
- Ver um concerto dos Within Temptation, dos Paramore, da Mariza e da Madonna;
- Comer uma pizza em Itália;
- Ir fazer compras a Miami;
- Ter três cães;
- Andar de Camelo;
- Fazer mergulho;

...to be continued.

sábado, 18 de abril de 2009

Eu sou um "TU" em relação a ti


Como o apoio familiar pode determinar o rumo de uma pessoa! É incrível!
Dizem que os filhos são o espelho dos pais e isso é bem verdade. E que podem fazer os filhos quando a família não é a melhor? Nada. E que culpa têm eles se não forem tão correctos, tão inteligentes, tão cultos, tão como todas aquelas coisas que tornam uma pessoa numa boa pessoa, como poderiam ser, se tivessem tido outra família? Nenhuma. A verdade é que nós não podemos escolher qual a melhor família para nós, alguém ou alguma força maior faz o favor de fazer essa escolha por nós! Se é justo? Talvez não. E se, por acaso, alguém não a quiser, só poderá acomodar-se porque família só há uma, a que nos foi entregue, mesmo antes de nascermos, e mais nenhuma. (Apesar de já ser possível "divorciar-mo-nos" dos nossos parentes, mas que agora não vem ao caso em questão...)
Mas nada é mais injusto do que termos noção do quão incorrectos os nossos parentes são, que determinadas acções não têm pés nem cabeça, que por vezes são tão incoerentes e, além destas acções terem consequências infelizes em nós, os filhos (nós), inevitavelmente tornam-se iguais a eles, aos seus pais. Por mais que tentemos mudar, há sempre algo que nos faz pensar e agir igual a eles, os nossos pais. Algo que está dentro de nós, entranhado em nós, pelo qual sentimos nojo e repulsa, obriga-nos a seguir o que já está escrito e pré-definido à gerações e gerações. Depois não nos aceitamos tal como somos e sofremos sozinhos, até ao dia em que não aguentamos mais e explodimos. E aí? Que acontece? Os psicólogos ficam horripilante(mente) felizes, "Clieeentes... AHAHAHAH".
Há excepções, como em tudo, as quais merecem avalanches de aplausos (de pé), pela enorme força que tiveram em fugir às suas origens, de se terem feito melhores pessoas, apesar de tudo aquilo que tinham, ou têm (porque talvez nunca saía), entranhado dentro delas. Mas essas excepções só servem para confirmar a regra! Infelizmente...
Pergunto-me se vou conseguir ser melhor para os meus filhos do que os meus pais são para mim, se vou conseguir evitar cair nos mesmos erros que eles não conseguiram evitar. Porque, apesar de tudo, ser pai e ser mãe é uma aventura e tanto! Pois nenhum de nós vem acompanhado de manual, da forma como nos adaptámos ao mundo para o qual abrimos os olhinhos pela first time, também eles, os nossos pais, tentam adaptar-se a nós, tal e qual, um dia, cada um de nós (ou não) se terá de adaptar às suas crias. Mas isto não é justificação para todo o tipo de erros que os pais constantemente cometem, porque a verdade é que os cometem a toda a hora, uns a trás dos outros, isto porque há sempre um momento, um segundo em milhões deles (chamemos-lhe o segundo do veredicto final), em que eles, os pais, podem parar e pensar se o que, dentro de milésimas de segundo, vão decidir, fazer ou dizer está ou não correcto e quais serão as consequências dessa acção, no presente e no futuro, próximo, da sua cria. Mas quase nunca dão o devido valor ao segundo do veredicto final e a justiça tem vindo a favorecer o favorecido em vez do desfavorecido, tal e qual aquela justiça dos tribunais, aquela que devia mandar os mauzões para a prisão e proteger os sofredores, mas que tem protegido os "mauzinhos" e mandado para a prisão os "sofredores(zãos)" (assunto pelo qual, também, não vou entrar por não vir ao caso). E irrefutavelmente vivemos situações que poderiam ter sido mais felizes e mais justas, mas que não foram. E assim é , porque assim tem sido.
O que podemos nós, os filhos, fazer? Somente podemos aceitar aquilo que eles, os pais, decidem, fazem e dizem, porque quem somos nós para lhes dizer o que está certo ou incorrecto? Não somos rigorosamente ninguém. Reduzo-me à minha insignificância e digo, para mim mesma, "Nunca, mas nunca, vou ser assim, incorrecta com os meus filhos!", depois algo me diz: "Nunca digas nunca." e lá eu reformulo o meu pensamento, "Vá, vou tentar ter o cuidado de não cometer esta injustiça que cometeram comigo.".
Pais nós, os vossos filhos, sabemos que não é fácil ser pai e criar um ser tão especial para vocês (espero eu que o seja), mas nunca esqueçam ou melhor, tentem ter o cuidado de não esquecer que para nós, os vossos filhos, a tarefa também não é a mais fácil, não se esqueçam que estamos a conhecer-nos a nós próprios e ao que nos rodeia, que estamos a aprender a viver e a aceitar aquilo para que fomos enviados e acima de tudo, não esqueçam que não pedimos para nascer.